CURSO DE FORMAÇÃO DE PRAÇAS - CFP- 2025 - 1ª Turma
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Navegando CURSO DE FORMAÇÃO DE PRAÇAS - CFP- 2025 - 1ª Turma por Autor "Cleber Carvalho Rodrigues"
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Item A AUSÊNCIA DO CONTRADITÓRIO E DA AMPLA DEFESA NO INQUÉRITO POLICIAL MILITAR: implicações para os direitos humanos (CFPPM 1ª Turma/2025)(2025-09-01) Ana Karolina Alves da Silva; Cleber Carvalho RodriguesO Inquérito Policial Militar (IPM) é um instrumento de apuração interno utilizado pelas corporações militares estaduais para investigar transgressões disciplinares e delitos praticados por seus membros. No entanto, sua estrutura inquisitorial e a ausência do contraditório e da ampla defesa geram preocupações constitucionais e violam preceitos fundamentais do Estado Democrático de Direito. O presente estudo tem como objetivo analisar as implicações jurídicas e institucionais da condução do IPM sem a devida observância das garantias processuais, com ênfase na proteção dos direitos humanos dos militares investigados. Utilizou-se metodologia qualitativa, exploratória e descritiva, com abordagem teórica e documental, por meio de revisão bibliográfica, análise normativa e estudo das diretrizes constitucionais e internacionais aplicáveis. Os resultados demonstram que a ausência de participação da defesa compromete a imparcialidade da apuração e amplia o risco de práticas abusivas, reforçando a necessidade de revisão legislativa e procedimental. A pesquisa aponta ainda propostas para o aprimoramento do IPM, incluindo a previsão de garantias mínimas desde a fase investigativa, controle externo efetivo e capacitação institucional. Conclui-se que o fortalecimento das garantias no IPM é essencial para a legitimidade das instituições militares e para a promoção da justiça no âmbito da segurança pública. Palavras-chave: Inquérito Policial Militar; Contraditório; Ampla defesa; Direitos humanos; Processo penal militar.Item DESAFIOS DA POLÍCIA MILITAR NA PRESTAÇÃO DO SERVIÇO DE SEGURANÇA PÚBLICA EM PIRANHAS-GO: Sensação de segurança e efetivo reduzido (CFPPM 1ª Turma / 2025)(2025-09-01) Stefaly Kelly Nunes Silva; Cleber Carvalho RodriguesA pesquisa examina os desafios enfrentados pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) na prestação de serviços de segurança pública em Piranhas-GO, município com 11.913 habitantes atendido por apenas nove policiais militares, sem Centro de Operações Policiais Militares (Copom) ou serviço 190. Contextualizada na interface entre efetivo reduzido e sensação de segurança, a análise avalia as limitações operacionais e as estratégias de adaptação policial. O objetivo geral foi compreender como a escassez de efetivo impacta a percepção de segurança da população e quais práticas os policiais adotam para otimizar sua atuação. Os objetivos específicos incluíram identificar desafios operacionais, avaliar a percepção dos policiais sobre sua influência na sensação de segurança, analisar os impactos da ausência de Copom e serviço 190, e investigar estratégias locais. A metodologia quali-quantitativa envolveu entrevista semiestruturada com o Tenente Comandante e questionário aplicado aos oito praças, coletados em abril de 2025. Os resultados indicam que 88,9% dos policiais consideram o efetivo insuficiente, comprometendo a segurança da equipe (100%), o tempo de resposta (66,7%) e a qualidade do serviço (77,8%). A presença ostensiva é limitada (66,6% discordam de sua suficiência), mas estratégias como foco em áreas críticas, parcerias com outras forças e divulgação em redes sociais são adotadas. A ausência de Copom e serviço 190 agrava a precariedade, enquanto o suporte institucional é percebido como insuficiente (77,7%). Conclui-se que a escassez de efetivo compromete a sensação de segurança, demandando reestruturação administrativa e logística. Palavras-chave: Segurança Pública; Efetivo Reduzido; Sensação de Segurança; Policiamento Ostensivo; Piranhas-GO.Item FORMAÇÃO DE LIDERANÇA NO COLÉGIO MILITAR DE GOIÁS: O papel das disciplinas e sua base pedagógica (CFPM 1ª Turma/2025)(2025-09-01) Andreza Priscilla Coelho Santos; Cleber Carvalho RodriguesEste trabalho tem como objetivo discutir como as disciplinas do Colégio Militar de Goiás e suas bases pedagógicas influenciam na formação de liderança dos seus alunos e de que maneira esse processo é otimizado. A formação de lideranças é um dos pilares educacionais do Colégio. No entanto, ainda há escassez de estudos que explicitem como as disciplinas curriculares e suas bases pedagógicas contribuem para o desenvolvimento dessas competências entre os alunos. O estudo é importante, pois auxilia a Polícia Militar de Goiás a aprimorar seus programas de capacitação de líderes alinhando-os às modernidades da segurança pública e gestão de pessoas. O que beneficiará a sociedade goiana, pois receberá profissionais mais preparados para atuar com ética e eficiência em situações cotidianas. A pesquisa terá uma abordagem qualitativa, uma vez que o objetivo é compreender as práticas pedagógica a partir das percepções dos instrutores de disciplinas de cada segmento. Palavras-chave: Disciplinas; Bases pedagógicas; Formação de liderança.Item INGRESSO DO EFETIVO POLICIAL FEMININO NA COMPANHIA DE POLICIAMENTO ESPECIALIZADO (CPE) (CFPPM 1ª Turma / 2025)(2025-09-01) Raiane Ferreira de Sousa; Cleber Carvalho RodriguesA pesquisa analisa a inserção de mulheres na Companhia de Policiamento Especializado (CPE) da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), unidade tática voltada para operações de alta complexidade. Contextualizada na evolução da presença feminina em instituições historicamente masculinas, a estudo aborda a transformação cultural decorrente dessa inclusão. O objetivo foi narrar as trajetórias das policiais, identificar desafios enfrentados e avaliar mudanças nos valores da unidade. A metodologia qualitativa envolveu entrevistas semiestruturadas com três policiais femininas e análise documental de registros institucionais. Os resultados revelam que a motivação para ingressar na CPE combina vocação pessoal e admiração pela PMGO, enquanto o curso operacional apresentou desafios físicos, psicológicos e barreiras de gênero, como isolamento e preconceito. No cotidiano, a desconfiança inicial cedeu ao reconhecimento interno, mas persistem obstáculos externos, como resistência à autoridade feminina, e estruturais, como falta de infraestrutura. A presença feminina promoveu práticas mais inclusivas, como o projeto "CPE Social", e uma identidade mais humanizada, embora lacunas como apoio psicológico e sororidade sejam notáveis. Conclui-se que as mulheres redefiniram a cultura da CPE, mas a consolidação da igualdade requer políticas institucionais contínuas. Palavras-chave: Policiamento Especializado; Cultura Organizacional; Segurança Pública; Gênero.Item NÍVEL DE SEGURANÇA DO POLICIAL MILITAR FRENTE A UM ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR (CFPPM 1ª Turma / 2025)(2025-09-01) Gisele Noleto Moura; Cleber Carvalho RodriguesO atendimento pré-hospitalar (APH) constitui uma atribuição de grande importância para os policiais militares, onde esses profissionais frequentemente atuam como primeiros respondedores em situações de emergência, como acidentes de trânsito, confrontos armados e incidentes críticos em áreas urbanas ou rurais. Este artigo tem como objetivo geral verificar se o Policial Militar de Goiás possui segurança para aplicar técnicas de APH em cenários operacionais de risco, considerando os desafios impostos por condições adversas e a necessidade de proteger tanto a própria integridade quanto a das vítimas. A metodologia adotada foi quali-quantitativa, combinando análise bibliográfica e documental com pesquisa de campo realizada por meio de questionários estruturados aplicados a policiais militares via Google Forms. Os resultados indicaram que a maioria dos participantes recebeu treinamento em APH, com destaque para técnicas como controle de hemorragias e avaliação inicial da vítima, porém a aplicação prática em operações reais se mostrou limitada. Além disso, muitos policiais relataram sentir-se em risco durante o APH, apontando cenários instáveis, falta de equipamentos de proteção e ausência de apoio médico imediato como principais fatores. Apenas uma minoria considerou a formação oferecida totalmente suficiente, enquanto a maioria destacou a necessidade de mais horas de prática e equipamentos adequados. Conclui-se que a capacitação atual da PMGO não assegura condições seguras para a execução do APH, recomendando a implementação de treinamentos táticos simulados, a adoção de protocolos de APH Tático e parcerias com o SAMU para fortalecer a preparação dos profissionais e melhorar a qualidade do atendimento prestado à população goiana. Palavras-chave: Atendimento Pré-Hospitalar; Polícia Militar; Segurança Operacional; Capacitação Policial; Goiás.Item O Corpo Musical em proximidade com o Colégio Militar: interações entre o CEPMG Mansões Paraíso e a Banda de Música (CFPPM 1ª Turma / 2025)(2025-09-01) Matheus Pereira de Melo Santos; Cleber Carvalho RodriguesEste artigo científico explora a interação entre o Corpo Musical da Polícia Militar de Goiás (CMUS) e o Colégio Estadual Militar Mansões Paraíso (CEPMG). A pesquisa destaca a excelência musical do Grupo, que é composto por músicos profissionais que desempenham papel fundamental em cerimônias oficiais militares e eventos cívicos. O estudo propõe a continuação do legado do CMUS através de um projeto de parceria e intercâmbio disciplinar com o CEPMG, visando incentivar o interesse dos adolescentes pela Polícia Militar e pela Banda de Música. A pesquisa utiliza uma abordagem quantitativa e qualitativa para analisar as opiniões dos estudantes do Colégio após o contato com os Policiais Militares. A conclusão evidencia a importância da educação musical na formação dos cidadãos e a necessidade de promover a interação entre a comunidade discente e profissional, visando garantir a sustentabilidade e relevância da Banda a longo prazo pelo interesse dos jovens na carreira musical e militar. Palavras-chave: Banda de Música; Corpo Musical; Colégio Militar.Item O USO DAS MÍDIAS SOCIAIS PELOS POLICIAIS MILITARES: Impactos na Comunicação, Segurança e Relação com a Sociedade (CFPPM 1ª Turma / 2025)(2025-09-01) Michelly Eduarda da Barra Lobo; Cleber Carvalho RodriguesO presente artigo tem como objetivo analisar os impactos do uso das mídias sociais pelos policiais militares da Polícia Militar do Estado de Goiás, destacando suas implicações na comunicação institucional, na segurança da informação e na relação com a sociedade. A pesquisa, de caráter qualitativo, foi conduzida por meio de revisão bibliográfica e documental, com base em autores da área da comunicação, administração pública e segurança. Observou-se que, embora as redes sociais possibilitem a aproximação com a população e a valorização da imagem da corporação, seu uso indiscriminado pode gerar riscos éticos, operacionais e disciplinares. A ausência de normativas claras contribui para comportamentos divergentes e insegurança jurídica. Conclui-se pela necessidade de implementação de uma política de comunicação digital voltada à capacitação dos profissionais, à normatização do uso das plataformas e à preservação da imagem institucional da Polícia Militar. Palavras-chave: Polícia Militar; Mídias Sociais; Comunicação Pública; Imagem Institucional; Segurança Pública.Item POLICIAMENTO DE PROXIMIDADE: Como construir confiança entre a Polícia Militar e a comunidade (CFPPM 1ª Turma / 2025)(2025-09-01) Yasmin Bueno de Morais Ribeiro; Cleber Carvalho RodriguesA pesquisa examina a estruturação do policiamento de proximidade na Comando da Academia de Polícia Militar (CAPM) para promover confiança entre a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) e a comunidade goianiense, visando à prevenção da criminalidade. Contextualizada na necessidade de superar a desconfiança histórica e fortalecer a colaboração comunitária, a análise identifica estratégias e desafios institucionais. O objetivo geral foi avaliar como essa abordagem pode ser implementada na formação policial, com objetivos específicos de mapear estratégias eficazes, avaliar percepções dos policiais em formação e analisar barreiras institucionais e culturais. A metodologia qualitativa integrou revisão bibliográfica, análise documental do Procedimento Operacional Padrão (2023) da PMGO e questionário aplicado a 22 policiais em formação no CAPM em 2025. Os resultados indicam que 54,5% possuem conhecimento superficial sobre policiamento de proximidade, 54,5% consideram o treinamento limitado, e 72,7% acreditam que a abordagem pode aumentar significativamente a confiança comunitária. Estratégias como visitas regulares (72,7%) e reuniões com moradores (63,6%) são priorizadas, mas desafios como falta de tempo (63,6%) e treinamento insuficiente (54,5%) persistem. Obstáculos culturais incluem desconfiança (27,3%) e imagem repressiva da PMGO (22,7%). Conclui-se que o policiamento de proximidade é viável, mas requer ajustes na formação e superação de barreiras culturais para consolidar a confiança e reduzir o medo do crime. Palavras-chave: Policiamento de Proximidade; Confiança Comunitária; Segurança Pública; Formação Policial; PMGO.