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Navegando por Autor "MAURO FERREIRA VILELA"

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    A EDUCAÇÃO FÍSICA NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE GOIÁS
    (2013) LUIZ ALBERTO SARDINHA BITES; MAURO FERREIRA VILELA; Júlio César Motta Fernandes; André Luiz Gomes Schröder
    O absenteísmo (falta ao trabalho por problemas de saúde) na caserna cresce em proporções assustadoras, fazendo com que a prevenção das doenças hipocinéticas (doenças causadas por falta de atividade física) seja encarada como uma questão de saúde pública, a ser tratada como um agravo de saúde do trabalhador. Nesta perspectiva, o estudo objetiva apresentar a real situação e, se possível, propor inovações com o fito de arejar e modernizar a prática da educação física na caserna. Debruçou-se no estudo teórico/prático de todas as variáveis que podem contribuir para uma melhoria na qualidade de vida do policial militar, com ênfase na medicina preventiva efetivada através da prática regular de atividades físicas por parte da tropa. A construção e apresentação de uma política voltada para a melhoria do estado de higidez da tropa policial militar passam, obrigatoriamente, pela quebra de paradigmas e, sobretudo, pela coragem de ousar em propor mudanças que de fato, venham a médio e longo prazo propiciar resultados satisfatórios.
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    REFLEXÕES SOBRE OS CENTROS INTEGRADOS DE OPERAÇÕES DE SEGURANÇA COMO FATOR DE SINTONIA ENTRE OS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA PÚBLICA DO ESTADO DE GOIÁS.
    (2003) MAURO FERREIRA VILELA; TAYRONE JÁCOME BRITO
    O estudo feito neste trabalho técnico-científico é uma análise reflexiva do modelo tradicional dos Centros Integrados de Operações de Segurança (CIOpS) como fator de sintonia entre os órgãos de segurança pública do Estado de Goiás. Este organismo de defesa da cidadania ao longo dos anos veio evoluindo. Começamos com uma força policial, passamos por força tarefa e continuamos como empresas, chegando a ponto de fazer concorrência. Mas, concorrência para quê? Se ela é do povo e para o povo. A comunidade não quer saber qual elemento de segurança pública irá atendê-la, nem tão pouco comparar qual é melhor. Ela quer instantaneamente sentir-se segura ou ao menos ter a sensação de segurança. Sabemos que segurança não se faz, se conquista; porque ela depende dos modelos positivos de vida da sociedade, ou seja: da Saúde, Educação, Distribuição de Renda, Religião, Família, enfim; um complexo saudável. Desta forma os políticos pensaram em unificação, mas adotaram o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (CIOpS) para começar integrando os quadros de Segurança Pública; preconizando, assim, a implementação de condições necessárias para a adequação de esforços a serem empregados no controle da criminalidade. Notadamente, vislumbra-se que a estrutura organizacional destes CIOpS, ainda, não atendeu na sua totalidade os anseios da sociedade para uma vida mais segura e feliz. Há uma percepção de que a rapidez para atender o cidadão também não alcançou o resultado esperado. Fizemos algumas reflexões traçando um perfil investigatório, culminando com parâmetros modernos de tendências, vinculados à Política Criminal; isto a partir de enfoques sóciofuncionais. Percebemos uma forma bastante evidente na função de prevenção positiva integradora, que aborta a consolidação dos valores que lhe são subjacentes. Um modelo empírico e ainda abstrato. Apresentadas reflexões negativas e positivas. Sugeriu-se, de forma funcional, uma melhoria geral nas comunicações entre os órgãos, de fundamental importância na defesa social, e também a extensão deste CIOpS nos postos de atendimento “Vapt Vupt”, já que a denominação lembra rapidez, sustentando a agilidade do sistema, bem como; sua extensão no conglomerado dos mini-fóruns e, ainda, algumas simples modificações nas delegacias. Criando, assim, uma efêmera situação de proteção instrumental para o bem jurídico-tutelar que é a vida.

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