A SAÚDE MENTAL E A REGULAÇÃO EMOCIONAL DA POLICIAL PENAL: uma discussão sobre sua relação com o labor
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Data
2024
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Resumo
O tema da pesquisa foi saúde mental, delimitado na investigação com policiais penais lotadas nos presídios femininos, do Estado de Goiás, em 2024. O problema foi "Qual a relação da saúde mental e regulação emocional da policial penal com o seu labor nas penitenciárias femininas do estado de Goiás?". O objetivo geral consistiu em discutir a saúde mental e a regulação emocional da policial penal e sua relação com o labor nas penitenciárias femininas do estado de Goiás. Enquanto que os objetivos específicos foram: conceituar saúde mental e regulação emocional de forma geral e no âmbito do trabalho na Segurança Pública; analisar a saúde mental da policial penal nas penitenciárias femininas do estado de Goiás. Foi uma pesquisa participatória, exploratória, bibliográfica e empírica. O corpus teórico da pesquisa será com Rodrigues e Gondim (2014), Sousa, Barroso e Ribeiro (2022), Esteves e Gomes (2013), Paixão et al (2022) e outros. A empiria foi de campo, tendo como população 39 policiais penais. Ao analisar os dados teóricos e os empíricos pode-se afirmar que as policiais penais investigadas estão entrando em processo de adoecimento mental, pois não têm regulação emocional, podendo chegar ao estresse, depressão ou burnout, impactando negativamente sua qualidade de vida e labor. Para tanto, é necessário medidas preventivas, como a criação de Centro de Atenção Psicossocial ao Policial Penal (CAPPP), bem como, oferecer soluções anônimas para a saúde mental e fora da instituição que as policiais penais são efetivas é uma estratégia eficaz para apoiar as mesmas, que podem hesitar em buscar ajuda devido ao estigma ou ao medo de repercussões, podendo tal recurso ser a chave para abrir um mundo de possibilidades de cura e alívio para a saúde mental dessas servidoras.
Descrição
Palavras-chave
Estresse, Controle emocional, Atuação em presídios.