APLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA AO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

dc.contributor.authorMAURA KUNYO GONDO
dc.date.accessioned2025-10-10T11:44:09Z
dc.date.available2025-10-10T11:44:09Z
dc.date.issued2008
dc.description.abstractA missão do Direito Penal é proteger os valores fundamentais para a subsistência do corpo social. Para adaptar a Lei ao caso concreto,adotou-se entre outros mecanismos o Princípio da Insignificância. Porém sua aplicação ao Estatuto da Criança e do Adolescente não tem receptividade por parte de Juizes e Promotores, pois o referido diploma legal tem preceitos próprios, tendo como foco a personalidade do infrator, o objetivo sócio-educativo das medidas, sem questionar o valor do bem ofendido. A metodologia consistiu em rever conceitos e posições de penalistas a respeito do tema, seguida de entrevistas com profissionais que trabalham no dia a dia, na área da infância e juventude..
dc.identifier.urihttps://dspace.pm.go.gov.br/handle/123456789/5360
dc.language.isopt
dc.subjectAdolescentes-infratores
dc.subjectpena
dc.subjectmedidas sócio-educativas
dc.subjectprincípio da insignificância.
dc.titleAPLICABILIDADE DO PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA AO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
dc.typeArticle

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